Trabalhadores da Ferbasa e terceirizados sofrem descaso dentro da empresa.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Dias D’Ávila  e regiao vem recebendo constantes denúncias e reclamações sobre o descaso da Ferbasa  com  o bem estar, a  saúde e a  segurança dos seus trabalhadores, tanto os diretos quanto os terceirizados.

 

Os riscos de acidente na fábrica são cada vez mais constantes.  forneiros estão tomando choques elétricos devido a situação precária dos fornos onde exercem suas   funções. A situação já foi passada para os órgãos responsáveis na Ferbasa mas nenhuma providência foi tomada.

 

Não bastassem esse descaso absurdo, ainda há prática de assédio moral no chão de fábrica.  Reclamações de que alguns “chefes” estariam controlando até a ida ao banheiro, dos  seus colaboradores.A situação é tão crítica , que muitos trabalhadores têm ido trabalhar doente, com receio de demissão. “A empresa não reconhece o sacrifício do colaborador que está indo trabalhar doente e, muitas vezes, está sendo demitido assim mesmo, com o aval do próprio departamento médico.”, conta diretor do Sindicato.

 

O Sindicato já denunciou e vem cobrando a empresa a falta do pagamento da insalubridade, a falta de plano de saúde para terceirizados. “Entendemos que é uma maldade da parte da empresa esse  tratamento dado ao trabalhador. A  cooperação trata o trabalhador como peça descartável e isso é inadmissível,  principalmente vindo de quem preza pelo bem estar dos funcionários em seus discursos. Afinal discursa que todos são iguais, mas trata seus terceirizados com total menosprezo, quando comparado ao tratamento dado ao trabalhador direto.”, informa diretor do Sindicato. 

 

PERICULOSIDADE

 

A Ferbasa começou a pagar periculosidade ao soldador, da área das camisas, mas não fala em retroativo. O Sindicato entende que os forneiros e operadores de pontes também tem que receber periculosidade já que o trabalho dessas funções são coletivos, com os mesmos riscos que caracterizam periculosidade.

 

O Stim Dias D’Ávila  e região segue tentado negociar todas estas questões com a Ferbasa, sem descartar os terceirizados. A Entidade segue brigando para que a empresa pressione as terceirizadas na implantação do plano de saúde. Se o diálogo permanecer sem respostas favoráveis aos trabalhadores, as negociações serão levadas para o campo do judiciário.

 

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