
Os trabalhadores da Artemp estiveram reunidos em assembleia com o Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia, na sexta-feira (02), na obra da Petrobrás, no Itaigara. Dentre as denúncias, o absurdo oferecido como refeição para os funcionários.
Segundo as denúncias, a empresa não concede os benefícios conquistados pela construção civil, e quer obrigar os trabalhadores a pagar as horas de trabalho paralisadas por conta da greve da categoria.
Além disso, a Artemp não fixou um valor mensal para o transporte. Concede um valor “x” no mês e nos 30 dias seguintes contabiliza o que foi gasto pelo trabalhador e complementa.
Como se não bastasse, a refeição oferecida por esta terceirizada da Petrobrás chega a parecer piada. Coxinhas e rodelas de mortadela foram incluídas no prato do trabalhador. Mas, na hora do desconto no salário pelo benefício, valores que equivalem a filés de frango, peixe, carne bovina ou suína. Absurdo...

O Sindicato vai organizar manifestações, juntamente com a construção civil, e possível paralisações, caso os problemas não sejam solucionados pela Artemp. “Pedimos a Petrobrás que dê mais atenção ao tipo de tratamento que suas terceirizadas oferecem aos trabalhadores, afinal, em casos como esses, o seu nome recebe mais destaque por se tratar de uma empresa conhecida e bem conceituada não só no Brasil, mas, também, internacionalmente”, diz Adson Batista, presidente do Sindicato.


